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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Sevilha

Sevilha, um oásis de verdura para quem chega de uma travessia batida por um calor tórrido. Magnífica a entrada da cidade, através de uma extensa avenida recheada de vegetação densa com palmeiras altivas. As águas do Guadalquivir suavizam o calor sufocante. A Catedral é imponente e domina a cidade. Nela se conserva o túmulo de Colombo. Mas aqui como em Córdova e Granada é a arte islâmica assim como a arte mudéjar que prende as atenções do visitante. Os ex-libris mais marcantes são a Giralda e a Torre do Oiro (ver foto). Sabe bem, estar aqui.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Granada
Granada: a encantadora cidade Lorca. O último Reino Mouro a cair nas garras da barbárie cristã. No altos da Serra Nevada conservam-se flocos de neve. O Allambra domina a cidade. Junto ao Albaicin, bairro típico de Granada, sopra uma aragem morna. Bocadillos com sangria, porque não? Sorrimos, estamos em Granada!
Córdova

A caminho de Córdova, "lejana e sola. Ay que la muerte me espera, antes de llegar a Córdova" - escreveu Garcia Lorca. A temperatura ronda os 44º, mas dentro do nosso Peugeot o ambiente é melhor com o ar condicionado.
Córdova, finalmente. Belíssima! Rever a Mesquita, deambular pelas ruas estreitas frescas e brancas é um prodígio gostoso. Como estamos gratos à Civilização Islâmica, onde a tolerância era a regra, não a excepção. Aqui Maimónides exerceu medicina que na época era a mais avançada da Europa. Aliás,como a em toda a cidade onde não faltava asseio, iluminação pública e sobretudo, livros. A barbárie cristã acabou comm isso tudo e foi preciso esperar pelos tempos modernos para reabilitar a cidade que é das mais belas de Espanha.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Augusta Emerita

Mérida: eis-nos na capital da antiga Lusitânia. Nunca é demais revisitar o Teatro Romano, cujo imponente cenário nos deixa siderados. Actualmente decorrem escavações junto ao Templo de Diana. Decorrem várias sondagens arqueológicas pela cidade que têm posto a descoberto vestígios do traçado das vias e calçadas do Decumanus Maximus. Calor intenso. Mesmo à noite. Como não estão agendados espectáculos no Anfiteatro Romano (para nosso descontentamento) atravessamos a Ponte Romana sobre o Guadiana. Magnífico!
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